sexta-feira, 13 de maio de 2016

Temer (e) o futuro.

Ontem tirei o dia, com relação aos acontecimentos, pra falar de fatos, ridículos ou não, e pra levar muita coisa na brincadeira, afinal eu não podia fazer muito além disso e tudo o que acontecia ajudava na piada. Hoje é bom parar pra ver e sentir certas coisas.


Primeiro: é preciso tomar cuidado com entusiasmos elevados com um governante novo. Tivemos péssimas experiências, o que não significa que qualquer melhora é suficiente, apesar de ser melhora.



Segundo: Temer só está lá porque um dia apoiou o PT, Dilma e Lula, ou seja, a vida pregressa não ajuda. O tinha-lá-dá-cá aconteceu e não se pode deixar isso de lado de nenhum dos lados.



Terceiro: quem tem o mínimo de bom senso sabe que é muito perigoso colocar fichas demais em governos e governantes. O Estado não é confiável quando tem poder demais nas mãos e sobre a vida das pessoas. O Estado precisa diminuir muito e estamos longe disso. Não podemos deixar esse questão de lado. Somos donos das nossas vidas e não precisamos de regulação do Estado em tudo. Quem decide de uso ou não o saleiro que está sobre a mesa sou eu, não o Estado.



Quarto: é elogiável o corte de verbas para a blogosfera ideológica criada pelo PT. Que não surja outra de qualquer ideologia que seja financiada pelo Estado. Que escolas não sejam usadas para esse fim também. Isso já é bem mais complicado, mas é preciso não esquecer que escola é lugar de abrir janelas para o saber. Educação é coisa que se recebe em casa.



Quinto: economia, economia, economia. Provavelmente se o governo tirar a mão da economia e apenas a acompanhar com intervenções sutis e subsidiárias, a economia se resolve sozinha.



Sexto: programas sociais não são de todo ruim desde que sejam transitórios. Viver de programa social não pode ser o sentido da vida de ninguém. Programa social deve existir para os necessitados enquanto estiverem necessitados. Lembrando que as pessoas não podem ficar necessitadas a vida toda.



Sétimo: a família deve ser o centro. É ela e dela que tudo surge. Não adianta falar em economia, previdência, tributos, ideologias, programas sociais... Se a família é colocada de lado e, pior que isso, lançada aos ratos que é o que a ideologia socialista de PT, PCdoB, PSOL... querem, nada funciona, nada anda e entramos em colapso social que é exatamente o que esses grupos socialistas querem. Olhos abertos!

Nenhum comentário: